
A obra da hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia, teve de ser paralisada nesta sexta-feira (18/3) por conta dos tumultos iniciados na quarta-feira (16/3) no canteiro da outra usina que está sendo construída no rio Madeira, a de Jirau.
Em nota, o consórcio construtor de Santo Antônio informa que a paralisação é preventiva e ocorreu "devido às manifestações ocorridas na usina hidrelétrica Jirau".
Como a obra de Jirau já estava paralisada por conta da rebelião iniciada na noite de quarta-feira, os dois projetos - que estão entre os maiores do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - estão parados.
Somadas, as duas usinas terão potência instalada de 6.450 megawatts (MW), cerca de metade da usina de Itaipu.

Poucas horas depois de emitir nota alegando que “tudo estava tranquilo” e que as obras haviam sido “retomadas normalmente” na Usina de Jirau, a empresa Camargo Correia emitiu nota no início da tarde desta quinta-feira (17/03), confirmando a paralisação das obras.
A empresa não informou por quanto tempo as obras ficarão paradas. A paralisação se deu em virtude do clima de tensão crescente da destruição no canteiro de obras da usinas.
Veja a nota da Camargo Corrêa anunciando a paralisação das obras:
A empresa responsável pela construção de Jirau informa que retirou os trabalhadores da obra para garantir sua segurança.
Também por questões de segurança, as atividades foram paralisadas.
É improcedente a informação de que há qualquer insatisfação ou reivindicação trabalhista no empreendimento. A Camargo Corrêa sempre esteve aberta para conversar com os representantes dos trabalhadores.
As cenas de destruição são resultado da ação de vândalos, que agiram criminosamente. As responsabilidades estão sendo apuradas pelas autoridades de Segurança Pública.



Fonte: rondonoticias
Realmente, aqui ficam querendo fazer de tudo com a classe de operarios.
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