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Paulo Henrique
Técnico em Saúde e Segurança do Trabalho
Fone: (81) 86063787 98091389

domingo, 21 de agosto de 2011

Ministério do Trabalho e Emprego aprova a NR 34




Novas regras para a indústria naval: MTE aprova a NR 34


11/10/2010

Indústria Naval e Offshore, Trabalho e Emprego


Novas regras para a indústria naval: Ministério do Trabalho e Emprego aprova a NR 34


Depois de mais de 30 anos estagnada no país, a indústria da construção e reparação naval brasileira ganha novas regras de trabalho e meio ambiente no intuito de evitar a ocorrência de acidentes. A Norma Regulatória 34 (NR 34: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval) atualiza e aperfeiçoa orientações para o exercício de diversas atividades neste setor, entre elas o trabalho a quente (por exemplo, soldagem e goivagem), montagem e desmontagem de andaimes, jateamento e hidrojateamento, movimentação de cargas, instalações elétricas provisórias e trabalhos em altura.


Estaleiro Atlântico Sul, SUAPE, Pernambuco

O setor naval já emprega 80 mil pessoas no Brasil, número que pode passar de 100 mil num prazo de dois anos. Somente no Estaleiro Atlântico Sul são cerca de 4 mil. Quanto mais gente trabalhando, mais riscos de ocorrer acidentes como o que vitimou o soldador Lielson Ernesto da Silva, 25 anos, que faleceu em julho de 2009 após ter sido atingido por uma placa de aço de uma tonelada. Em maio deste ano, o montador Joelson Ribeiro de Souza, 47, caiu da base da chaminé do primeiro navio construído em Pernambuco – o recém batizado João Cândido – e não resistiu.

“O setor naval não tinha uma norma própria. Utilizava a NR-18, elaborada para a construção civil, que não atende às suas especificidades. Com a retomada dessa indústria, surgiram demandas tanto por parte das empresas quanto dos trabalhadores e nós elaboramos a NR-34″, explicou o auditor fiscal do Ministério do Trabalho, Luiz Carlos Lumbreras, coordenador da Comissão Tripartite sobre Condições de Trabalho na Indústria Naval (CT Naval). Ele está no Recife participando da reunião final de elaboração da norma.

A NR-34 levou mais de dois anos para ser finalizada. Começou com a criação da CT Naval, em janeiro de 2008, passou pela formação de um grupo técnico específico para estudar e discutir os procedimentos de trabalho realizados em estaleiros (GTT-NR34), em março daquele ano, e pela elaboração de um texto base que foi levado à consulta pública. O processo termina agora com o envio do textopara a Comissão Tripartite Paritária Permanente do Ministério do Trabalho. A expectativa é a de que ela seja publicada no Diário Oficial da União em outubro, com aplicação imediata. As empresas do setor, entretanto, terão 90 dias se adequar.

Segundo o representante do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval (Sinaval), Marcelo de Carvalho, a aplicação da NR-34 não traz custos diretos para os estaleiros. “Teremos custos indiretos com treinamento dos técnicos e engenheiros de segurança. Será um aprendizado, pois vamos trabalhar em cima dos equipamentos e procedimentos que já adotamos”, comentou.

É bom lembrar que os afastamentos não ocorrem apenas devido a acidentes. Existe uma série de doenças causadas por uma atividade industrial como a construção e reparação de navios, a exemplo das que acometem o trato respiratório. Para facilitar o treinamento dos profissionais será editado um manual ilustrado dentro de aproximadamente seis meses.

Micheline Batista (Diário de Pernambuco)


Faltam engenheiros para obras que se espalham pelo país


Faltam engenheiros para obras que se espalham pelo país
Canteiros se multiplicam impulsionados pelas taxas de crescimento e tarefas gigantescas, como preparar o país para a Copa, as Olimpíadas e as obras do PAC; empresas fazem de tudo para atrair estes profissionais cada vez mais cobiçados
DO G1.COM


Em Pernambuco, engenheiro jovem não tem dificuldade nenhuma para conseguir emprego, mesmo sem experiência. Nada de festa, nem convidados. A colação de grau antecipada é para quem tem emprego garantido e precisa do diploma. “A gente, na faculdade mesmo, já começa a trabalhar e aí quando se forma já está inserido no mercado”, diz o engenheiro mecânico Rodrigo Fonseca Lima Selva.

E quem correu para entrar no mercado está rindo à toa. Marília, nunca imaginou que receberia tantas propostas de emprego. “Eu tive oportunidade de escolher entre quatro empresas para poder trabalhar”, conta.

Os canteiros de obras se multiplicam por todo país, impulsionados pelas taxas de crescimento da economia e algumas tarefas gigantescas como preparar o país para a Copa do Mundo, as Olimpíadas e construir as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O problema é que faltam engenheiros para tantas obras e as empresas estão fazendo de tudo para atrair estes profissionais cada vez mais cobiçados.

José Wilk saiu de João Pessoa há uma semana para trabalhar na construção de casas populares em Barreiros, interior de Pernambuco.

Quem dá o treinamento também é novo na profissão. Tafarel, de 23 anos, formado há um ano, já foi promovido. E o salário inicial pulou de R$ 4.600,00 para R$ 5.600,00 em três meses. “Daqui a um tempo, eu pretendo assumir uma chefia de obra”, ele diz.

Engenheiro muito experiente é disputado a peso de ouro. “Esta obra daqui nós temos engenheiros, hoje, de R$ 12 mil a R$ 20 mil”, afirma o coordenador de obras Valdemir José Henz.

As universidades brasileiras formam 32 mil engenheiros por ano, mas ainda é pouco. “Nós temos que dobrar a quantidade de engenheiros no mercado para atender já esta demanda até 2014. Acho que podemos chamar a juventude para acreditar nas profissões das áreas tecnológicas”, destaca José Mário Cavalcanti, do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.

domingo, 10 de julho de 2011

Por falta da cidade não ter se preparado Cabo perde a Fiat para Goiana e os empregos irão juntos



Zona da Mata Norte ganha mais uma depois da Ambev (Fabrica de Cerveja), Agora é a Montadora Fiat.

Fiat aceita transferir fábrica para Goiana


Jorge Moraes




Recife, quinta-feira, 7 de julho de 2011


Montadora levará para a Mata Norte a pista de provas e o centro de desenvolvimento dos veículos do projeto




Grupo Fiat tem planos de investimentos de R$ 10 bilhões no país, sendo R$ 3 bi para projetos em Pernambuco. Imagem: STUDIO CERRI/DIVULGAÇÃO


A estratégia multiplicadora do governo Eduardo Campos acelera o crescimento econômico de Pernambuco enxergando o Litoral Norte como foco da descentralização industrial e expansão desordenada do complexo de Suape. Um planejamento exato de números, logística e interesses políticos foi capaz de seduzir a Fiat, que segundo fontes ligadas à montadora, já aceitou transferir a planta de Suape, fragmentada em três terrenos, para comportar a fábrica, o centro de desenvolvimento dos veículos e a pista de provas em único lugar na nova área da Mata Norte.


O entorno do município de Goiana deverá trocar a cultura natural da cana-de-açúcar pela metalurgia. Uma nova Betim nascerá a partir de construções alavancadas pelos projetos sociais da Fiat, que comemora neste sábado 35 anos de Brasil.


De acordo com as informações apuradas nos bastidores da negociação, a mudança de área só não dará certo se os acertos técnicos de logística prometidos pelo governo não ficarem prontos, dentro do cronograma estratégico desenhado pelos investimentos da fábrica. Fato que pode ser considerado descartado pela equipe do governador. “A promessa do governo foi clara para a Fiat, que entendeu o propósito e analisou também as operações iniciais e o custo de moradia para os novos empregados residentes ou não”, informou nossa fonte.


O investimento de R$ 3 bilhões para a instalação da mais moderna fábrica do grupo que é dono da Ferrari, Alfa Romeo, Chrysler e Lancia já está sendo utilizado. O aporte pernambucano faz parte do plano de investimentos de R$ 10 bilhões que a Fiat aprovou para o Brasil. O saldo maior é destinado à fábrica de Betim e ao desenvolvimento de novos veículos.


Novo


O complexo logístico, integrado com porto, rodovia e um aeroporto de cargas na Ilha de Itapessoca, no Litoral Norte do estado, próximo à praia de Ponta de Pedras, em Goiana, vai garantir a estrutura necessária para o levantamento dos galpões da Fiat em terreno próximo, no entorno da praia de Atapuz. O projeto nasce como alternativa ao Porto de Suape, que já deve sentir a falta de terrenos maiores para grandes investimentos estrangeiros.


O que precisa a Fiat? A montadora necessita de um platô aproximado de 10 metros de profundidade para instalação das prensas e da drenagem dos resíduos gerados pelas máquinas. A fábrica ecologicamente correta tem que ganhar em profundidade de terreno e espaço físico.


Para deixar pronto o espaço prometido para a Fiat no Complexo de Suape (4,4 milhões de metros quadrados), o governo, segundo fonte da montadora, investiria cerca de R$ 200 milhões na terraplanagem do local, dinheiro que será poupado e gasto diretamente na obra do novo porto. A área de Goiana está a favor da economia e da instalação da planta.


A montadora não se pronuncia sobre o assunto, mas o segundo tempo do processo contemplará a divisão dos 50 fornecedores que fazem parte da cadeia produtiva, em três pontos estratégicos. As fábricas menores estarão espalhadas desde Suape até o estado da Paraíba, que será diretamente beneficiado com a construção do novo complexo. Eduardo Campos abre os braços para o governador paraibano, Ricardo Coutinho (PSB), e dá importante passo para se tornar “o multiplicador estratégico do desenvolvimento econômico no Nordeste”.


saiba mais


R$ 3 bilhões
É o investimento previsto da Fiat em Pernambuco


5 mil
Empregos devem ser gerados com a instalação da montadora


Crescimento
Pernambuco supera o Brasil


Planta
Serão produzidos na unidade Pernambuco 200 mil carros/ano


O carro
No preço e no mercado será o sucessor do Uno Mille e deverá agradar em cheio a Classe C


Espaço
A fábrica ocupará terreno de 4,4 milhões de metros quadrados


Objetivo
Fabricante pretende vender mais de um milhão de veículos em 2014

sábado, 18 de junho de 2011

Salário atrativo x Armadilha Profissional


Vejo que muitas pessoas hoje procuram cursos técnicos, visando a rapidez e salários atrativos, porém não é bem assim, e isso acaba gerando uma grande defasagem, no que chamamos de falta de qualidade técnica e especialidade profissional.
Para ser um bom profissional em qualquer segmento, antes de tudo temos que ver qual a melhor opção e em segundo vocação para o que se escolhe, lembrando que isso é para sua vida e posição moral dentro do seu setor. Quando gostamos da nossa profissão, tudo em relação a ela nos atraem para querer participar, aprender e multiplicar porque isso é normal e da natureza de quem se sente bem profissionalmente.
Para quem quer ou pretende fazer um curso na área de Segurança do Trabalho, primeiro verifique se realmente é isso mesmo que você quer, salário atrativo no mercado é o de menos até porque não temos um piso definido em nosso estado (PE). A única cidade que temos no Brasil um piso é em são Paulo com uma base de R$ 2.217.00, mais não é todos que de cara conseguem isso, tenho amigos de profissão com salários acima de R$ 10.000.00, mais isso requer conceito, estratégia e muita dedicação para conseguir ser destaque em sua empresa, principalmente em nosso setor (SST), que a cada dia conquistamos um pouco da consciência de cada empresário sobre a importância da Saúde e segurança do trabalho em sua empresa.
Bom amigos, então na questão de salários atrativos, esqueçam isso e se dedique, mostrem competência e seja um multiplicador da vida, com orgulho e prazer, que tenho certeza que assim como eu mesmo, você será bem remunerado e respeitado no mercado, principalmente na área de Saúde e segurança do trabalho, onde temos uma defasagem muito grande de técnicos sem a seriedade e comprometimento das normas, muitos por deficiência técnica e falta de dedicação, então estude, pesquise, seja critico e coerente, aceite, multiplique e seja comprometido e verdadeiro ai sim garanto que tudo acontece no seu tempo e quando você olhar pra traz, você vai te a certeza que vale apena ser dedicado.
Lembre se;
A ganância leva os homens
para as frias ruas do egoísmo...
Devasta o amor, a paz, a solidariedade,
empurra a bondade para o abismo.

terça-feira, 3 de maio de 2011

O que fazer quando o colaborador da empresa não quer usar o EPI ?


Este é um dos problemas que mais afeta a segurança e a saúde do trabalhador em uma empresa; a não colaboração do trabalhador no uso do equipamento de proteção individual (EPI).
empresa pode ter todos os procedimentos de segurança em execução: uso de Análise Preliminar de riscos, Diálogos Diários de Segurança (DDS), CIPA, SESMT; e, ainda sim, o colaborador não cumpre as normas de segurança. O resultado é o aumento da possibilidade de gerar um acidente ou uma doença ocupacional.
Cerca de 96% dos casos de acidentes do trabalho se deve ao comportamento humano. A que se deve esse fato?
São vários os motivos. Há trabalhadores que vem de seus lares com alguma preocupação, outros não gostam dos líderes ou encarregados, há descontentamento com as condições de trabalho ou a administração da empresa, os EPIs fornecidos podem não ser adequados ao risco, falta de treinamento para os colaboradores, os mesmos não reconhecem os riscos da atividade,falta de cultura prevencionista na corporação, entre outros.
Saliento que quando há um acidente do trabalho fatal, por exemplo, há uma perda inestimável para todos. A empresa pode perder bons profissionais e ter uma repercussão negativa perante os meios de comunicação, seus clientes e a sociedade. A família do trabalhador fica desamparada; Os outros colaboradores podem perdem o entusiasmo de trabalhar na corporação; queda na produção; multas trabalhistas; paralisação por embargo ou interdição; colabora com a diminuição do Produto Interno Bruto (PIB); afasta os investidores; etc. O que nós, técnicos em Segurança do Trabalho, podemos fazer para mudar o jogo e orientar os colaboradores a usar o EPI ? Como sempre, não é nada fácil. Isso requer tempo para mudar a cultura da empresa; para que a mesma pense de maneira prevencionista. Requer também uma paciência para executar os procedimentos de Segurança do Trabalho e lidar com colaboradores que ainda resistem em usar os EPI& 180;s. Requer colaboração de todos; desde um profissional da limpeza até a alta administração (que deve ter um compromisso maior). Por onde podemos começar ? Temos duas situações: Com a alta administração (isto se a empresa não tem nenhum conhecimento sobre segurança do trabalho ); ou com a gestão de Segurança do Trabalho, se houver. No primeiro caso, por não conhecer as normas de segurança, a empresa pode estar cometendo desvios, involuntariamente,e precisa de uma suporte maior. Mostrar a alta administração os riscos das atividades envolvidas, as desvantagens de não aplicar as normas de Segurança no Trabalho, as multas que podem gerar, as perdas financeiras que a empresa pode ter, é um bom começo. Em muitos casos, o uso de apresentações em slides contendo dados estatísticos, exemplos com empresas que foram multadas, pode auxiliar na mudança de atitude. Já no segundo caso, uma boa elaboração de um plano de ação e a busca de procedimentos de Segurança do Trabalho pode ajudar. Isso, associado a treinamentos constantes, quadros de avisos, etc. O importante de tudo isso é a colaboração de todos. Mudar a cultura da empresa requer tempo. Saber se o EPI está adequado ao colaborador é muito importante; pois, pode ser que o equipamento esteja incomodando o colaborador. "Um bom relacionamento com os colaboradores é um fator importante. É preciso passar a mensagem de que os profissionais de Segurança do Trabalho está ali para ajudar e executar as normas e não para mandar ou ser o carrasco da empresa. Lógico que deve ter muito estudo e comprometimento. Basta saber que todos são responsáveis pela segurança de todos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Registro de Técnico de Segurança do Trabalho: MTE ou CREA?


Há empresas de construção civil e engenharia que exige que o TST tenha o registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia (CREA) para desempenhar a sua função. Algumas delas até exigem o tal registro. Mas de acordo com a Lei 7.410, Art. 3º diz o seguinte:
Art. 3º - O exercício da atividade de Engenheiros e Arquitetos na especialização de Engenharia de Segurança do Trabalho dependerá de registro em Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, após a regulamentação desta Lei, e o de Técnico de Segurança do Trabalho, após o registro no Ministério do Trabalho.
O CREA fica impedido de exigir ou impor o tal registro no Conselho ao técnico em segurança do trabalho para que o mesmo possa exercer a função.
Algumas empresas de engenharia exigem que o TST tenha o registro no CREA por, talvez, falta de conhecimento.

Outro fator que está causando polêmica é a não aceitação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) assinado pelo TST. O sistema CREA notifica ou até multa empresas ou Técnicos de Segurança por isso. De acordo com a NR-9 PPRA, cita:
9.3.1.1 A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto nesta NR.

Para o CREA o único profissional habilitado para assinar o programa é o Engenheiro de Segurança do Trabalho.De acordo com o item citado acima não diz, especificamente, se é um Engenheiro de Segurança do Trabalho, médico do trabalho ou qualquer outro profissional que compõe o SESMT. Pode ser qualquer pessoa ou equipe que sejam capazes. E todos são capazes.
O Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado de São Paulo entrou com o Mandado de Segurança Coletivo(de acordo com o processo 2005.61.00.00.018503-5)
ao presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Estado de São Paulo impossibilitando o CREA dispor sobre a atividade de Técnico em Segurança do Trabalho, ou mesmo impor o registro obrigatório.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Análise Preliminar de Risco (APR)


A Análise Preliminar de Risco (APR) foi desenvolvida após a Segunda Guerra Mundial nas indústrias de fabricação de mísseis Atlas. O objetivo deste documento, na época, era evitar falhas e riscos nas operações de modo a prevenir grandes acidentes. Hoje, este documento tem a finalidade de identificar os riscos da atividade e tomar medidas preventivas para a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

APR deve ser elaborada dias antes do trabalhador iniciar a atividade. O trabalhador/colaborador tem que conhecer os riscos da sua atividade e ter o total domínio das medidas preventivas. Nesta APR as pessoas envolvidas (Encarregado, Técnico de Segurança do Trabalho, o próprio trabalhador que vai exercer a atividade, ou outro profissional envolvido ou responsável pela atividade) devem assinar este documento.

A APR deve estar visível no local de trabalho onde o colaborador executará a atividade. Caso haja alguma modificação no ambiente de trabalho onde possa ter riscos adicionais será elaborado a Análise Segura da Tarefa (AST).  E, finalizando,AST deverá ser anexada ao APR.

domingo, 20 de março de 2011

Treinamento de segurança do trabalho, ministrado por Paulo Henrique - Técnico em Segurança do Trabalho

Treinamento de segurança do trabalho, ministrado por Paulo Henrique - Técnico em Segurança do Trabalho; Aplicabilidades; 1- Apresentação 2- Segurança, Organização, limpeza 4- Higiene e Pessoal 5- Correrias no Ambiente de Trabalho 6- Equipamento de Proteção Individual 7- Transporte de Material 8- Máquinas e Equipamentos 9- Ferramentas manuais 10- Equipamentos Elétricos 11- Trabalhos em Altura 12- Produtos Químicos 13- Brigada de Emergência 14- Objetos Adorno Pessoal 15- CIPA Material elaborado por Paulo Henrique (TST).

sábado, 19 de março de 2011

Clima de guerra: Camargo Correia anuncia paralisação das obras em Jirau



A obra da hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia, teve de ser paralisada nesta sexta-feira (18/3) por conta dos tumultos iniciados na quarta-feira (16/3) no canteiro da outra usina que está sendo construída no rio Madeira, a de Jirau.

Em nota, o consórcio construtor de Santo Antônio informa que a paralisação é preventiva e ocorreu "devido às manifestações ocorridas na usina hidrelétrica Jirau".

Como a obra de Jirau já estava paralisada por conta da rebelião iniciada na noite de quarta-feira, os dois projetos - que estão entre os maiores do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - estão parados.

Somadas, as duas usinas terão potência instalada de 6.450 megawatts (MW), cerca de metade da usina de Itaipu.



Poucas horas depois de emitir nota alegando que “tudo estava tranquilo” e que as obras haviam sido “retomadas normalmente” na Usina de Jirau, a empresa Camargo Correia emitiu nota no início da tarde desta quinta-feira (17/03), confirmando a paralisação das obras.
A empresa não informou por quanto tempo as obras ficarão paradas. A paralisação se deu em virtude do clima de tensão crescente da destruição no canteiro de obras da usinas.

Veja a nota da Camargo Corrêa anunciando a paralisação das obras:

A empresa responsável pela construção de Jirau informa que retirou os trabalhadores da obra para garantir sua segurança.

Também por questões de segurança, as atividades foram paralisadas.

É improcedente a informação de que há qualquer insatisfação ou reivindicação trabalhista no empreendimento. A Camargo Corrêa sempre esteve aberta para conversar com os representantes dos trabalhadores.

As cenas de destruição são resultado da ação de vândalos, que agiram criminosamente. As responsabilidades estão sendo apuradas pelas autoridades de Segurança Pública.










Fonte: rondonoticias

Arena Pernambuco


A Arena Pernambuco é um estádio de futebol nos moldes de arena multiuso, que será construído no município de São Lourenço da Mata na Região Metropolitana do Recife, estado de Pernambuco. A edificação terá capacidade estimada para 46.160 pessoas e 6.000 vagas de estacionamento com um valor estimado de R$ 500 milhões. Será utilizado na Copa do Mundo FIFA de 2014.

1 A Arena
2 O Complexo Cidade da Copa
3 Clube Náutico Capibaribe
4 Localização
5 Mobilidade e Acessibilidade
6 Ver também


[editar] A ArenaO empreendimento contará com um estádio no padrão FIFA, com capacidade de mais de 46.000 pessoas devidamente sentadas, para partidas de futebol e 63.000 pessoas para eventos musicais. Além de praças de alimentação, restaurantes, shopping center integrado, museu, cinemas, teatro, centro de convenções e 6 mil vagas de estacionamento.

[editar] O Complexo Cidade da CopaO Empreendimento será uma parceria público-privada entre o Governo de Pernambuco e a Odebrecht e ISG Brasil Empreendimentos. Com valor estimado de R$ 1.6 bilhões, para ser investido em uma área de 270 hectares. Está previsto no projeto:

Arena Capibaribe;
Escola Técnica Estadual;
Parque;
Shopping Center;
Hotéis;
9 mil residências;
Via expressa para veículo leve sobre pneus.

Clube Náutico CapibaribeApesar de a diretoria do Náutico não afirmar oficialmente, o provável mandatário da nova arena será o clube. Uma vez que sua atual praça espotiva, o Estádio dos Aflitos, já não comporta o público por causa de seu espaço limitado e também não atende as atuais necessidades dos torcedores. Além de que, seus principais rivais, o Santa Cruz Futebol Clube e o Sport Club do Recife possuirem estadios que, apesar de não atenderem as exigências da Fifa, ainda atendem as suas respectivas necessidades e por esse motivo não veem demonstrando interesse na Arena da Copa. Inclusive o Santa Cruz Futebol Clube trabalha paralemamente no projeto da Arena Coral, uma reforma do Estádio do Arruda, que seria uma alternativa ao projeto oficial do Estado de Pernambuco, e o Sport Club do Recife pretende reformar seu estádio, a Ilha do Retiro, transformando-a em uma arena multiuso, mas não como alternativa para o Estado de Pernambuco. O Náutico possui um patrimônio que lhe permite ser um dos sócios do empreendimento em São Lourenço da Mata. Já que um deles é o Estádio dos Aflitos que esta localizado em uma das areas mais valorizadas da Capital pernambucana.

LocalizaçãoO complexo esta localizado no município de São Lourenço da Mata. Em um terreno as margens do Rio Capibaribe, na fronteira com os municípios do Recife, Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe. Distante 3 quilômetros do Terminal Integrado de Passageiros, o TIP, (Rodoviaria Estadual) e próxima às Rodovias BR 101, BR 232 e BR 408.




Mobilidade e AcessibilidadeRodovias Federais:

BR 101 Em 2011 será reformada e receberá um corredor central, exclusivo para linhas de ônibus, dentro do perímetro urbano da Região Metropolitana do Recife.
BR 408 Está atualmente sendo duplicada.
Vias Municipais:

Av. Recife - Necessita de requalificação e criação de um corredor exclusivo para ônibus.
Av. Abidias de Carvalho - Necessita de requalificação e criação de um corredor exclusivo para ônibus.
Radial da Copa - Via que interliga a Cidade da Copa com a Av. Caxangá, margeando o Rio Capibaribe. Terá aproximadamente 3 Kms de extensão, sua execução é uma exigência do BNDES para a liberação do crédito de R$ 400 milhões para a Arena Capibaribe.
Metrô do Recife:

Construção da Estação Cosme e Damião do Metrorec, na Linha Centro. A estação Cosme e Damião ficará a menos de 1 Km de distância da Arena Capibaribe.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arena_Capibaribe

quinta-feira, 17 de março de 2011


MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO
DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

Trata-se de proposta de texto para criação da Norma Regulamentadora sobre Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria Naval (NR-34) disponibilizada em Consulta Pública pela Portaria SIT n.º 182, de 30/04/2010 para coleta de sugestões da sociedade, em conformidade com a Portaria GM n.º 1.127, de 02 de outubro de 2003.

As sugestões podem ser encaminhadas ao Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST das seguintes formas:
a) via e-mail: normartizacao.sit@mte.gov.br

b) via correio:
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho
Coordenação-Geral de Normatização e Programas
Esplanada dos Ministérios - Bloco “F” - Anexo “B” - 1º Andar - Sala 107 - CEP 70059-900 - Brasília - DF


NR-34 CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NAVAL

SUMÁRIO
34.1 Objetivo e Campo de Aplicação
34.2 Responsabilidades
34.3 Capacitação e Treinamento
34.4 Documentação
34.5 Trabalho a Quente
34.6 Trabalho em Altura
34.7 Trabalho com Exposição a Radiações Ionizantes
34.8 Trabalhos de Jateamento e Hidrojateamento
34.9 Atividades de Pintura
34.10 Movimentação de Cargas
34.11 Montagem e Desmontagem de Andaimes
34.12 Equipamentos Portáteis
34.13 Instalações Elétricas Provisórias
34.14 Testes de Estanqueidade
34.15 Disposições Finais
34.16 Glossário